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Será que existem estratégias nutricionais para dar suporte ao cérebro?

Estudos apontam que sim....


O estresse crônico pode elevar os hormônios catabólicos como o cortisol e a demanda energética para a produção de neurotransmissores, e por este isso, NÃO é deve passar muitas horas sem se alimentar.


É comum pessoas com burnout estarem propensas a transtornos alimentares como comer compulsiva, o que eleva as chances para o ganho de peso, acarretando em resistência à insulina, doenças cardiovasculares à longo prazo.

É importante incluir alimentos ricos em triptofano para melhorar a produção desto hormônios do bem-estar, como: Banana, abacaxi, abacate, aveia, amêndoas, castanhas, amendoim, ervilha e tofu.


Um estudo transversal publicado em 2021, com 630 funcionárias da Finlândia, investigou a relação entre dieta e risco de bournout. Os sintomas de burnout foram avaliados com o Bergen Burnout Indicator (BBI) e o consumo alimentar por meio do questionário de frequência alimentar (QFA). Os principais grupos alimentares foram categorizados em alimentos saudáveis e não saudáveis com base nas Recomendações Nórdicas de Nutrição.

Na análise de regressão linear multivariada, o consumo de alimentos saudáveis teve relação inversa com a gravidade dos sintomas de burnout independentemente da idade, escolaridade, atividade física e sintomas depressivos. A análise revelou que os indivíduos com menor risco consumiram com mais frequência produtos lácteos com baixo teor de gordura, leguminosas, frutas, legumes e verduras e carne branca.



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